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Mostrando postagens de Dezembro, 2019

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Heartstopper: Uma série que inspira e encanta

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Kit Connor e Joe Locke fazem o papel de Nick Nelson e Charlie Spring,  respectivamente, em Heartstopper. (Netflix) Por Sergio Viula Com informações do portal Pink News Já se passaram seis anos desde que Alice Oseman escreveu sua webcomic (quadrinhos para a Internet). Os quadrinhos foram muitíssimo bem recebidos. Agora, Heartstopper chega à Netflix e já figura entre os produtos mais assistidos do streaming. Heartstopper conta a história de Charlie (Joe Locke), um adolescente gay que vive completamente fora do armário, e que se apaixona por Nick (Kit Connor), um jogador de rugby em sua escola. Charlie é gay. Nick é bissexual. Elle é transexual negra e apaixonada por Tao Xu, que é asiático-americano. Tara e Darcy são duas garotas cisgêneras e formam um casal interracial. E, por fim, existe o Ben, que é gay enrustido e mal resolvido, mas vive dando em cima de Charlie em segredo. Eu assisti tudo nesse feriado de Tiradentes e adorei! Assista a série aqui: HEARTSOPPER - NETFLIX . Trailer ofic

Blog Fora do Armário: último ano da década

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Por Sergio Viula 31/12/19 Esse texto também encontra-se no Wordpress . Feliz 2020, querido(a) leitor(a) do Blog Fora do Armário. O último ano da década começa assim que o relógio tocar meia-noite.  Essa é a nossa chance de darmos à segunda década do milênio um final feliz. Eu me lembro que o ano 2000 costumava me parecer tão distante quanto a galáxia de Andrômeda. No entanto, encerraremos a segunda década deste milênio quando 2020 terminar. Nessas quase duas décadas do segundo milênio do nosso calendário, muita coisa aconteceu. E não me refiro apenas ao mundo ao meu redor, mas também à minha vida pessoal.  Foi no ano 2000, especificamente, que eu comecei a ver a porta do armário se romper totalmente diante de mim. Não que eu tenha saído ao primeiro tremor das fechaduras. Na verdade, meu primeiro ensaio de voo para fora do 'closet'  foi em 2001, mas só me livrei definitivamente das cadeias existenciais  da  homofobia dois anos depois. Sai do

'Travesti não é banguça' e transfobia é crime

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Rogéria: A travesti mais famosa do Brasil  Por Sergio Viula É sabido que a sociedade castiga aqueles que desafiam suas regras de alguma maneira, especialmente aquelas relacionadas normas de controle da sexualiade e do gênero. As travestis são as que pagam mais caro por sua ‘transgressão de gênero’. Elas são punidas com ostracismo, isto é, com sua segregação de áreas quase sempre acessíveis às pesssoas que não desafiam as normas binárias de gênero. Entenda-se por ‘normas binárias de gênero’ aquilo que geralmente se diz através do famoso mantra ‘isso é coisa de menina’ e ‘isso é coisa de menino’. Por causa desse apartheid de gênero, as travestis deixam de ter acesso a uma série de coisas. Destaco aqui a educação, os cuidados médicos e a moradia. Mas, como dizia Luana Muniz, famosa travesti que atuava na Lapa, no Rio de Janeiro: Travesti não é banguça! O jargão, que se tornou símbolo de resistência, viralizou na Internet, e Luana se tornou alvo do interesse de programas de TV e

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