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Alguns equívocos do Moses

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Este post tem por objetivo refletir sobre algumas declarações de João Luiz Santolin, presidente do Moses, durante um seminário promovido pelo Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM) em parceria com o Instituto de Estudos da Religião (ISER), conforme publicado no livro "Religião e Sexualidade: Convicções e Responsabilidades, organizado por Emerson Giumbelli, publicado pela Editora Garamond, 2005 (ISBN 8576170604, 9788576170600). De acordo com Santolin, o Moses foi fundado em 1997. Ele está certo. Ele só não disse que isso aconteceu durante a Parada Gay celebrada no Rio de Janeiro, no referido ano. Também não disse que éramos três: Santolin, Liane França e eu (quem tiver dúvida, consulte o jornal O Globo, publicado no dia seguinte ao da passeata, pois nossos nomes estão lá no último parágrafo da matéria de cobertura da Parada Gay). Obviamente, ele não disse, devido ao constrangimento causado pela entrevista que dei em novembro de 2004 à revista Época, na qu

Alegrias que as redes sociais me proporcionam

Por Sergio Viula



É fantástico ver o poder de um livro, mas é preocupante também. Digo isso, porque, se por um lado, um livro emancipador pode fazer muito bem, por outro lado, um livro com conteúdo opressor pode causar muito estrago.

Entre domingo e segunda-feira, mais precisamente falando, em menos  24 horas, recebi comentários de pessoas que leram o meu livro Em busca de mim mesmo. E, para a minha alegria, todas elas tiraram proveito da leitura.

Curiosamente, cada comentário chegou por meio de uma rede social diferente: WhatsApp, Facebook e Instagram. Foi por esse último que um leitor, com quem eu nunca tivera contato, pôde falar comigo pela primeira vez. Fiquei lisonjeado com o que ele disse e esperançoso, pois constatei que  mesmo estando esgotado em sua versão impressa, meu livro continua alcançando pessoas em seu fornato e-book pelo site Amazon.

Esse leitor me disse a mesma coisa que já ouvi de outras pessoas, isto é, que uma vez iniciada a leitura, não conseguiu mais abandoná-la. E acrescentou que vai reler o livro com mais calma agora para absorver detalhes que possam ter escapado à sua atenção na primeira leitura. Fiquei duplamente honrado.

As falas desses queridos leitores me estimularam a fazer esse post para incentivar você que porventura não tenha lido Em busca de mim mesmo ainda a aproveitar o distanciamento social para ter novos encontros consigo mesmo através dessa leitura.

O livro inspira pessoas das mais diversas trajetórias na vida. Uma das reações mais extraordinárias que recebi até hoje veio de um casal heterossexual.  Marido e esposa se revezavam lendo várias páginas do livro em voz alta, um para o outro, antes de dormirem. Depois, discutiam a leitura. 

Quem me contou isso foi a esposa depois de me reconhecer e me parar numa rua da Ilha do Governador, bairro pitoresco do Rio de Janeiro. Fiquei muito grato, agradeci e nunca esqueci daquele momento deliciosamente inusitado.  Seu abraço afetuoso confirmava suas palavras entusiasmadas.

Então, querido(a) leitor(a) desse blog, fica a dica de leitura para essa semana: Em busca de mim mesmo.

Para ler o livro agora mesmo em seu computador, tablet, laptop ou smartphone, basta acessá-lo aqui.

À medida que for lendo ou depois de concluir a leitura, não deixe de me enviar suas impressões, sejam elas quais forem. Será um prazer ouvir sobre sua experiência de mergulho. 😍

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