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TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E SEXODIVERSIDADE

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TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E SEXODIVERSIDADE Por Sergio Viula Fundada por Charles Taze Russell em XXXXX, a religião conhecida como Testemunhas de Jeová é uma das mais totalitárias do mundo. Confundida por muitos com as igrejas evangélicas, a Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, ligada ao Corpo Governante contava com mais de oito milhões e duzentos mil membros. No Brasil, são pouco mais que 700 mil seguidores e 11.562 Salões do Reino das Testemunhas de Jeová (seus templos) no mundo todo. Esses números são de 2014, ultima contagem publicada até o momento desse artigo. Entre suas crenças mais conhecidas e repudiadas estão a de não doar e nem receber sangue sob hipótese alguma e a de não participar da vida cívica do país em que estejam inseridas. Porem, muitas outras crenças são estranhas à maioria das comunidades ditas cristãs. As Testemunhas de Jeová não se consideram ‘evangélicas’ quando termo é aplicado a igrejas protestantes mais recentes e pentecostais, mas gostam de se denomina

A homossexualidade no Egito antigo
















Resgate histórico








Representação de auto-felação.
Uma possível referência ao ciclo da vida ou sustentabilidade do planeta.





Organizado por Sergio Viula

Fontes no final do post.





Os seres humanos são bissexuais, homossexuais e heterossexuais desde sempre. E não apenas os humanos, mas outros animais também demonstram interesse sexual e afetivo por membros do mesmo sexo em suas respectivas espécies.

Uma das mais antigas e admiradas civilizações é, sem dúvida, a civilização egípcia. Por isso, o Blog Fora do Armário foi atrás de informações sobre a homossexualidade, mais especificamente, nas terras dos Faraós. O objetivo é mostrar como a homossexualidade, que é um dado natural, é encarada e vivida ou reprimida de acordo com a cultura de cada povo em cada época. Nem mesmo os regimes mais repressores conseguiram impedir seu fluxo, mas alguns povos conviveram com a homoafetividade sem grandes problemas.

A dificuldade em levantar esses dados em tempos tão antigos quanto dois mil antes de Cristo ou mais está justamente no fato de que desejo e amor não deixam rastros arqueológicos por si mesmos. É preciso encontrar artefatos ou representações que celebrem os celebrem ou coíbam. E isso vale para as relações homoafetivas.



No registro fúnebre,
a memória do amor entre dois homens






Essa estela funerária, por exemplo, foi deliberadamente danificada. Ela foi dedicada a dois oficiais egípcios do sexo masculino, conhecidos como Hor e Suty, e foi esculpida com seus nomes, títulos e hinos ao deus sol.

Eles têm sido considerados um casal homoafetivo, cujas imagens foram posteriormente apagadas. Os homens se referem um ao outro da seguinte maneira:

"...Meu irmão, como eu mesmo, seus modos me agradavam, pois ele saiu do ventre comigo no mesmo dia."

Essa inscrição é geralmente interpretada como significando que os dois pudessem ser gêmeos — e seus nomes sugerem que eles foram chamados de acordo com os deuses gêmeos Horus e Seth (este também conhecido como Suty). Os dois homens trabalhavam como arquitetos no grande templo de Amon em Luxor por vota de 1375 A.C.

A tentativa de apagar qualquer sinal de homoafetividade na história do Egito, especialmente nos achados arqueológicos, vem principalmente de setores fundamentalistas que consideram a homossexualidade escandalosa ou pecaminosa e não suportam a simples noção de vê-la representada nos artefatos e na literatura de povos tão antigos e poderosos como os egípcios.


Iconografia ou pornografia?












Essa preciosa estátua de bronze mostra um antigo deus egípcio com uma grande ereção. Aos olhos modernos, ela pode parecer pornográfica. Na verdade, ela é uma representação padrão do deus Amon Kamutef (‘o touro de sua mãe’) e foi dedicada num templo em Tebas. A presença de uma ereção simboliza força, virilidade e a habilidade de permanecer vivo.

Os egípcios antigos reconheciam a existência do desejo pelo mesmo sexo, apesar de alguns registros serem levemente negativos. Estes incluem um conto fictício no qual um deus tenta seduzir outro dizendo "Que traseiro adorável você tem." Esse é talvez o mais antigo registro de uma cantada na história humana. Veremos mais sobre isso adiante.

Como a maioria dos textos e obras de arte que sobreviveram são de círculos da elite ou do governo, eles provavelmente representam uma visão oficial da sociedade.




As muitas faces da homossexualidade
no Egito Antigo






Apesar da esmagadora presunção - no mundo árabe - de que a homossexualidade nunca existiu antes de Sodoma e Gomorra, as evidências históricas e literárias sugerem bem o contrário. A homossexualidade não foi estranha às civilizações conhecidas pela humanidade — mais importante ainda, ela não foi considerada desviante. Ela vinha acompanhada de seus próprios produtos culturais, mitos e literatura.

E nunca é demais lembrar que Sodoma e Gomorra nunca tiveram sua existência comprovada, sendo consideradas como fábulas por grande parte dos estudiosos que trabalham com a crítica literária, a arqueologia e a história antiga. É lamentável que tanto preconceito tenha sido construído a partir de uma provável lenda, causando dano a tanta gente.

Na verdade, a homossexualidade é encontrada na sociedade egípcia antiga como norma e prática culturais, representada em diversos artefatos e com consideráveis evidências históricas. Entre os relatos míticos, tal como o da luta entre os deuses Horus e Seth, encontram-se artefatos, tais como papiros, estátuas e tumbas que datam de diferentes dinastias egípcias.




A lesbiandade era permitida,
mas o adultério era proibido


A lesbiandade era reconhecida no antigo Egito, apesar da evidência sobre ela ser relativamente escassa. Muitos arqueólogos sugerem que exista simbolismo sexual numa série de cenas que retratam mulheres se abraçando. Outras ainda representam explicitamente cenas de intimidade, especialmente em artefatos de Amarnam, nome atual da cidade que funcionou como capital do Egito antigo.

Em muito da arte egípcia antiga, porém, é difícil distinguir entre mulheres e homens, devido às características andróginas das figuras representadas.

Uma passagem no Livro dos Mortos, escrita por uma autora, e datando de 970 A.C., diz o seguinte: “Eu nunca tive sexo com uma mulher no templo." - o que sugere algum grau de leniência para com a lesbiandade naquele tempo, se comparado às atitudes dominantes contra homens homossexuais. Essa passagem, em particular, porém, não aponta para uma proibição da homossexualidade ou desprezo pelo parceiro receptivo (passivo).

Ao contrário, ela se refere especificamente à relação homossexual (lésbica) no templo, que naquele tempo funcionava como o local das celebrações populares e rituais de fertilidade, nos quais atos sexuais eram realizados entre homens e mulheres, especialmente com as prostitutas do templo.

A lesbiandade também é mencionada no Livro dos Sonhos, que data das dinastias mais tardias. Ela também foi encontrada nos Papiros Carlsberg. Os papiros retratam uma mulher admoestando outra por ter sonhado que mantinha relações sexuais com uma mulher casada.

Várias fontes, incluindo a egiptóloga Cassia Spakoksa, chamam a atenção para a ideia de que o texto proíbe o adultério, em vez da lesbiandade, como um todo, sugerindo que a lesbiandade era aceitável em alguma medida pela sociedade egípcia.




A Homossexualidade entre os deuses



A mitologia egípcia antiga inclui a história do conflito entre Osíris, deus da vida pós-morte e um símbolo do bem, com seu irmão Seth, deus do deserto, das tempestades, da violência e do caos. Osíris e Seth nasceram da deusa do céu Nut e do deus da terra Geb.

A disputa entre os dois deuses irmãos, que simbolizavam o bem e o mal, continua entre Osíris e Horus, nascidos de sua irmã-esposa Ísis, deusa da saúde, do casamento, e da sabedoria. Depois que Seth mata Osíris traiçoeiramente, Horus jura vingar seu pai e matar seu tio, tendo o apoio de sua mãe. Porém, a vingança não seria executada sem algumas peripécias homoeróticas.

Em sua pesquisa sobre a sexualidade no Egito antigo, o arqueólogo pesquisador Mohamed Gamal declara que através de vários estágios dessa disputa, Seth planejava humilhar Horus mantendo relações sexuais com ele para depois promover um escândalo contra seu adversário diante da corte divina.

Em alguns papiros e inscrições, Seth aparece adorando Horus por trás, referindo-se a ao mesmo com intimidade e convidando-o a dormir com ele. Ísis instruiu Horus a entrar no jogo e seguir com ele para a cama. Porém, Horus não permitiu que Seth ejaculasse dentro dele, retendo seu sêmen nas mãos.

Horus, de começo, finge uma reconciliação com seu tio, depois aceita um convite para celebrar em sua casa. Quando a noite cai, Seth ordena que uma cama seja feita para ambos, planejando manter relações sexuais com ele. De fato, vários artefatos confirmam que eles se engajaram no ato sexual.

Seth vai até a corte divina com a intenção de humilhar Horus e de garantir seu exílio.



Os murais e tumbas dos homossexuais




Um casal de servos da realeza na 5ª Dinastia, formado por dois homens de nomes Niankhkhnum e Khnumhotep, era conhecido como irmãos e amantes. Dizem que seus nomes eram traduzidos como "amantes na vida mundana e na vida pós-morte". Os dois serviam juntos como manicures principais no palácio do rei King Nyuserre Ini.

Vários egiptólogos e arqueólogos acreditam que eles tenham sido o primeiro casal homossexual registrado na história e concluem que a cultura daquele tempo não impossibilitava as relações homossexuais. Uma representação dos dois homens em posição íntima foi encontrada numa parede da tumba deles, local onde foram sepultados lado a lado.



A homossexualidade na cultura dos faraós



Enquanto as evidências apontam para o fato de que a sociedade egípcia antiga era amplamente receptiva à homossexualidade, o parceiro passivo era visto como inferior. O ativo, por outro lado, era celebrado por sua virilidade.

Com o tempo e com as mudanças na ideologia e nas crenças desse povo, conforme demonstrado pelos artefatos de cada era, o desdém pelo parceiro receptivo num relacionamento homossexual cresceu. E por fim, os egípcios antigos começaram a usar frases homofóbicas em seus insultos e piadas.

O pesquisador Mohamed Gamal apoia essa teoria, dizendo: "Na sociedade egípcia contemporânea, em certos círculos jovens, particularmente aqueles das indústrias do turismo e da hospitalidade, não é vergonhoso admitir terem se engajado em relações homossexuais, desde que você seja o parceiro ativo.”

Ele localiza essas mudanças na ideologia vigente ao fato de que o Egito foi o centro de um vasto império, tendo entrado em contato com uma série de civilizações e culturas diferentes, as quais "provavelmente, desdenhavam a homossexualidade, e, portanto, influenciaram a cultura egípcia nesse sentido." Isso foi, obviamente, impulsionado pelo advento das fés abraâmicas, que proibiam a homossexualidade.

Todavia, apesar da evidência existente, a história do Egito antigo é frequentemente distorcida para refletir a cultura e a moral da sociedade egípcia árabe contemporânea, que é majoritariamente muçulmana. Em muitos casos, palestras sobre história e arqueologia têm considerado tais representações da homossexualidade como ofensivas, e, por isso, tentam apagar grandes parcelas da história da antiguidade.




15 deuses egípcios LGBT



Os hieróglifos revelam numerosas divindades queer que foram adoradas no antigo Egito.


Seth

Deus associado a muitos desastres naturais, Seth está entre as figuras mais coloridas do panteão egípcio. O pesquisador Mark Brustman diz que Seth era casado com sua irmã Neftis, mas se envolvia em atividades sexuais com outras divindades masculinas como Horus. Enquanto Osíris e Ísis representam a vida, Seth representa o deserto. Isso pode indicar um certo sentimento negativo para com a homossexualidade, mas muitas histórias mostram que, apesar de Seth ter sido descrito como vilão, sua homossexualidade nunca é responsabilizada por seu caráter.




Horus

Muitos contos sobre Seth se concentram em sua inveja contra seu sobrinho Horus, filho de Ísis e Orísis. Em um conto bem documentado no livro de Richard Parkinson, Desejo Homossexual na Literatura do Reino Médio (Homosexual Desire and Middle Kingdom Literature), Horus é estuprado ou seduzido em um encontro sexual. Seth pretende envergonhar Horus mostrando aos outros que Horus era o parceiro receptivo no ato. Mas Horus fica em vantagem, porque secretamente capturou o sêmen de Seth, depois fez com que sua mãe, Isis, o devolvesse para Seth em sua alface. Quando o sêmen é convocado por Seth, numa tentativa de humilhar Hórus, ele vem de Seth. Curiosamente, o conto mostra que a antiga cultura egípcia não menosprezava a homossexualidade - um ato heroico no qual Horus se envolveu pessoalmente -, mas o ser subjugado em baixa estima.





Atum


Na história da criação dos deuses egípcios, a primeira divindade, Atum, era tanto masculina quanto feminina, de acordo com estudos do pesquisador Mark Burstman. O ancestral de todos os dois descendentes autoproduzidos, Shu e Tefnut, através de um espirro ou de seu próprio sêmen, e levou algumas gerações para que os deuses arquetípicos masculino e feminino Ísis e Osíris nascessem.





Néftis

Embora existam menos narrativas na história e na mitologia egípcias sobre a homossexualidade feminina do que a masculina, muitos consideraram a deusa Néftis como lésbica. Irmã e companheira constante de Ísis, ela se casou com o irmão Seth, mas não lhe deu filhos. Estudiosos debateram se as histórias de Néftis, que teve um filho de Osíris, mostram que a cultura considerava as lésbicas como tendo mais valor que os gays, porque elas ainda poderiam ser férteis apesar de sua orientação sexual. Então, novamente, alguns expressam ceticismo sobre sua lesbiandade.





Ísis


Ísis estava entre as poucas deusas adoradas pelos egípcios e seus vizinhos do Mediterrâneo, na Grécia. Deusa-mãe e protetora das crianças, ela também se importava com os oprimidos da sociedade, o que pode ser o motivo pelo qual os sacerdotes gays do antigo Egito adoravam a divindade. Em um conto documentado em Isiópolis, Isis apareceu em um sonho acompanhado por uma comitiva egípcia para acalmar a grávida Telethusa, que temia que ela desse à luz uma menina contra a vontade do marido. Ísis disse à mãe para gerar a criança, Iphis, que nasceu menina, mas foi criada como menino. Mais tarde na vida, Iphis pediu a Ísis que mudasse seu gênero para masculino, uma antiga afirmação de gênero concedida por meios divinos.






Rá/Rat


Enquanto o deus do sol Rá, na maioria dos relatos mitológicos, era considerado o pai dos principais deuses, Sir Ernest Alfred Wallis Budge escreveu sobre as claras indicações de uma natureza de duplo gênero para a divindade. Já na quinta dinastia, Budge escreveu sobre a mulher de Rat, que era considerada a mãe dos deuses.





Niankhkhnum e Khnumhotep


A evidência mais clara de que a bissexualidade era aceitável no antigo Egito pode ser a tumba de Niankhkhnum e Khnumhotep, na qual os dois homens foram sepultados na necrópole de Sacara. Hieróglifos indicam indicam que os homens eram casados e tinham filhos, mas também mostravam os dois num abraço íntimo. Os homens aparentemente trabalhavam como supervisores para manicures no palácio do rei Nuiserre. Há algum debate acadêmico sobre se os homens eram irmãos, mas praticamente todas as representações do casal mostram um compromisso que parece muito mais do que fraternal.





Hatshepsut


A primeira figura transgênero documentada na história pode ter sido o faraó egípcio Hatshepsut. Deidra Ramsey McIntyre, do Red Ibis Publishing, observa que, ao contrário de outras governantes egípcias, Hatshepsut sempre foi retratada em arte antiga usando roupas masculinas, e frequentemente era atraída por um corpo masculino. Seu descendente Thutmose III mais tarde tentaria erradicar quase toda referência histórica a ela.





Neferkare e Sasenet


O rei egípcio Neferkare, que mutios estudiosos acreditam ter sido o Faraó Pepi II, fazia visitas notáveis ​​à meia-noite ao seu general favorito, Sasenet, de acordo com narrativas que datam da era do Império Médio. De acordo com os estudiosos alemães Gunter Burkard e Heinz Thissen, alguns textos antigos afirmam que Neferkare fazia ao líder militar "o que sua majestade desejava", uma frase que eles interpretam como uma clara insinuação de intercurso sexual.







Hapi


Hapi, o deus do Nilo, é representado nos hieróglifos como uma pessoa intersexual com barba e seios falsos cerimoniais. Embora geralmente referido como macho, o deus também foi considerado um símbolo de fertilidade. De acordo com Richard Parkinson em Desejo Homossexual e Literatura do Reino Médio (Homossexual Desire and Middle Kingdom Literature), a divindade foi retratada para sugerir o poder reprodutivo masculino e feminino, um tema que tem incitado o debate entre estudiosos.





Wadj-Wer



Outro deus masculino amplamente associado à fertilidade foi Wadj-Wer, uma divindade representada em um local da pirâmide de Abusir. Às vezes, referido como o "deus grávido", Wadj-Wer ocupava o mesmo tipo de lugar que os deuses dos rios na mitologia grega, representando o Mar Mediterrâneo em alguns relatos ou rios e lagoas do norte do Delta do Nilo em outros. Uma associação com a água parece ser a maior característica distintiva que separa a iconografia de Wadj-Wer da de Hapi.





Shai/Renenutet


O deus egípcio do destino Shai, às vezes, era representado na forma masculina. Outras vezes, ele é apresentado como Shait, o feminino. Relacionado tanto ao nascimento neste mundo como ao renascimento na vida pós-morte, Shai nasce com cada indivíduo, sempre começando a vida de novo, só que como um deus imortal, de acordo com a antiga crença egípcia. Wallis Budge sugere que a divindade foi vista em partes do Egito como combinando as facetas de um Shai masculino, que decreta o que deveria acontecer ao homem, com uma Renenutet, a deusa da boa sorte. “Posteriormente, nenhuma distinção foi feita entre essas divindades e as idéias abstratas que elas representavam”, escreveu Budge em The Egyptian Book of the Dead.





Antínoo



Esta figura da ressurreição mantém laços com as antigas culturas egípcia, grega e romana. Antínoo foi uma figura histórica real e parceiro amoroso do imperador romano Adriano. O casal fazia viagens pelo Mediterrâneo. Numa viagem, Antínoo se afogou no Nilo no mesmo dia em que os egípcios comemoravam a morte de Osíris. Profundamente afetado pela morte de seu amante, Adriano encorajou a deificação de Antínoo, e cultos surgiram em torno do Mediterrâneo, honrando-o. Em alguns relatos, Antínuoo se levantou do Nilo após sua morte e foi reverenciado como uma forma de Osíris renascido. De fato, o deus e o culto romano que o seguiram ainda têm devotos hoje.



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Fontes que foram traduzidas e adaptadas para esse post:


1) Same-sex desire
http://www.britishmuseum.org/explore/themes/same-sex_desire_and_gender/same-sex_desire.aspx#1 (texto original pelo Museu Britânico)


2). The Many Faces of Homosexuality in Ancient Egypt
https://raseef22.com/en/culture/2017/04/12/many-faces-homosexuality-ancient-egypt/ (texto original por Wael Fathi)


3) 15 LGBT Egyptian Gods
https://www.advocate.com/arts-entertainment/2016/9/20/15-lgbt-egyptian-gods#article-content (texto original por Jacob Ogles)

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