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Alguns equívocos do Moses

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Este post tem por objetivo refletir sobre algumas declarações de João Luiz Santolin, presidente do Moses, durante um seminário promovido pelo Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM) em parceria com o Instituto de Estudos da Religião (ISER), conforme publicado no livro "Religião e Sexualidade: Convicções e Responsabilidades, organizado por Emerson Giumbelli, publicado pela Editora Garamond, 2005 (ISBN 8576170604, 9788576170600). De acordo com Santolin, o Moses foi fundado em 1997. Ele está certo. Ele só não disse que isso aconteceu durante a Parada Gay celebrada no Rio de Janeiro, no referido ano. Também não disse que éramos três: Santolin, Liane França e eu (quem tiver dúvida, consulte o jornal O Globo, publicado no dia seguinte ao da passeata, pois nossos nomes estão lá no último parágrafo da matéria de cobertura da Parada Gay). Obviamente, ele não disse, devido ao constrangimento causado pela entrevista que dei em novembro de 2004 à revista Época, na qu

Terrorista que atacou três homens gays confessa o crime

Por Sergio Viula


De acordo com o portal de notícias Pink News, o autor do ataque terrorista que levou três homens gays à morte na cidade de Reading, Inglaterra, assumiu o crime. Os crimes foram consumados à golpes de faca.


Autor do ataque: Khairi Saadallah


Khairi Saadallah, 26, admitiu os três homicídios


Os ataques foram realizados nos Jardins Forbury (Forbury Gardens) em Reading no mês de junho.

As três vítimas do atentado eram membros conhecidos e respeitados na comunidade. Seus nomes eram James Furlong, David Wails e Joseph Ritchie-Bennett. Outras três pessoas foram feridas, mas não morreram. 

Saadallah havia recebido acolhimento como imigrante na Inglaterra em 2018. Ele nasceu na Líbia e já era conhecido do serviço de segurança MI5 por ligações com grupos terroristas. O acusado também já tinha sido condenado por outros atos violentos.

A corte foi informada que durante o ataque à faca, o acusado gritava “Allahu akbar” (Alá é grande). Ele foi preso logo depois dos ataques, graças a um policial fora de serviço que chamou a polícia pelo telefone. 

De acordo com as leis do Reino Unido, atos terroristas são crimes cometidos "com o propósito de promover causas ideológicas, religiosas ou políticas".  A polícia registrou o caso como ataque terrorista em junho.

Saadallah pode ser condenado à prisão perpétua. A sentença deverá ser anunciada até 7 de dezembro deste ano.


Joe Ritchie-Bennett, David Wails e James Furlong assassinados por Saadallah


James Furlong, professor, descrito por amigos como "um gay 'assumido' que queria igualdade para todos".

Joe Ritchie-Bennety era um americano “brilhante e amável” que perdeu seu esposo para o câncer apenas cinco anos atrás.

David Wails era um cientista que sempre "fazia as pessoas rirem".

Uma vigília pelas três vítimas do ataque em Reading foi organizada no Blagrave Arms, um pub gay popular que o trio costumava frequentar.

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