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Alguns equívocos do Moses

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Este post tem por objetivo refletir sobre algumas declarações de João Luiz Santolin, presidente do Moses, durante um seminário promovido pelo Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM) em parceria com o Instituto de Estudos da Religião (ISER), conforme publicado no livro "Religião e Sexualidade: Convicções e Responsabilidades, organizado por Emerson Giumbelli, publicado pela Editora Garamond, 2005 (ISBN 8576170604, 9788576170600). De acordo com Santolin, o Moses foi fundado em 1997. Ele está certo. Ele só não disse que isso aconteceu durante a Parada Gay celebrada no Rio de Janeiro, no referido ano. Também não disse que éramos três: Santolin, Liane França e eu (quem tiver dúvida, consulte o jornal O Globo, publicado no dia seguinte ao da passeata, pois nossos nomes estão lá no último parágrafo da matéria de cobertura da Parada Gay). Obviamente, ele não disse, devido ao constrangimento causado pela entrevista que dei em novembro de 2004 à revista Época, na qu

Grande dia! Meu pai foi vacinado!

 Por Sergio Viula


Meu pai sendo vacinado contra ao Corona
hoje (04 de março de 2021)



No dia 14 de março, ou seja, daqui a dez dias, eu completarei um ano de isolamento. Isso quer dizer que trabalhei de casa, não saí para comemorações de quaisquer tipos e só tive contato com quatro pessoas diretamente: meu marido, meu filho e meus pais. É uma vantagem gigantesca poder viver assim, apesar dos custos emocionais da renúncia de quase tudo o que eu costumava fazer.

Foi graças a esse isolamento, porém, que eu fiquei relativamente fora do alcance do Corona a maior parte do tempo.

Hoje, eu tive a alegria de receber a melhor notícia do ano para nós aqui de casa: Meu pai tomou a primeira dose da vacina. Daqui a uns dias, será a vez da minha mãe. Meu pai é cardíaco com quadro grave e minha mãe está em remissão de câncer, já tendo recebido alta da quimioterapia há quase quatro meses.




Quem acompanhou meu pai na vacinação, foi o meu filho Isaac. Foi ele que filmou esse atencioso enfermeiro trabalhando com toda a simpatia e competência, como vocês podem constatar pelo vídeo. O atendimento foi super rápido. Eles gastaram 30 minutos no máximo para chegarem lá, serem atendidos e entrarem em casa de novo. Estamos todos muito felizes com essa conquista. 


Vacina, sim.

Clínica da Família, sim.

SUS, sempre!


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