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LGBT no BBB 2022

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 Por Sergio Viula Você pode amar, odiar ou ser indiferente ao Big Brother Brasil (BBB), mas o que ninguém consegue é ficar totalmente alienado das tretas que explodem mais cedo ou mais tarde na casa mais vigiada do Brasil.  No ano passado, comemoramos a presença de muitos participantes negros no BBB. Porém, logo ficou nítido que a quantidade perdia a importância diante da qualidade dos comportamentos e das falas de alguns dos participantes. Karol Conka, Nego Di, Projota  e Lumena fizeram brasileiros de todas as cores se revoltarem em suas poltronas por causa de várias posturas reprováveis, especialmente pelo modo como agiram com outro negro - o jovem Lucas Penteado. O massacre psicológico feito contra o rapaz foi tão truculento que culminou em sua saída "voluntária" do programa.  Curiosamente, a gota d'água para Lucas foi a incompreensão de alguns dos participantes a respeito do beijo que ele e Gil - outro homem negro - trocaram durante uma festa na casa. As pessoas que m

Ativistas gays exigem a libertação de 21 pessoas presas numa conferência LGBTQI





Por Sergio Viula

Com informações da CNN




Ativistas gays exigem a libertação de 21 pessoas presas numa conferência LGBTQI




Uma campanha online com a hashtag #ReleaseThe21 (Libertem os 21) viralizou no Twitter à medida que mais e mais pessoas demandaram a libertação dos participantes de uma conferência LGBTQI detidos em Gana, na África, na última quinta-feira.


Pelo menos 16 mulheres e quatro homens foram aprisionados pela polícia local depois que agentes invadiram o hotel onde a conferência LGBTQI estava sendo realizada.


Segundo a CNN, um porta-voz da polícia, o senhor Prince Dogbatse, declarou que os indivíduos detidos foram presos "defendendo atividade LGBTQI".


Um tribunal no distrito de Ho deliberou na sexta-feira que os 21 acusados permaneçam sob custódia policial por "associação ilegal" até seu comparecimento perante a corte em 4 de junho.


Gana considera ilegais os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo e o código penal prescreve entre três e 25 anos de cadeia para qualquer cidadão encontrado num relacionamento homoafetivo.


Alex Kofi Donkor, o diretor de um centro comunitário em Acra, chamado "LGBT+ Rights Ghana" (Direitos LGBT+ em Ghana) disse o seguinte à CNN:


"Pessoas LGBTQ continuamente experimentam prisão indicriminadamente e discriminação em Gana por causa de sua conhecida ou percebida orientação sexual... então, algumas organizações decidiram treinar alguns indivíduos de várias localidades em leis relacionadas a direitos humanos que existem em Gana e em como eles podem proteger a si mesmos e lidar com questões de abuso quando elas ocorrerem em suas localidades."


O ativista espera que a campanha #ReleaseThe21 aumente a discussão pública sobre tolerância e respeito aos direitos gays em Gana.



COMENTÁRIO DESTE BLOGUEIRO


Já passou da hora de banir toda e qualquer lei que discrimine pessoas com base em sua orientação sexual ou identidade gênero no mundo. A comunidade internacional não pode ignorar tais violações de direitos fundamentais. Diga NÃO à LGBTfobia. Diga si
m ao #ReleaseThe21.

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