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Alguns equívocos do Moses

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Este post tem por objetivo refletir sobre algumas declarações de João Luiz Santolin, presidente do Moses, durante um seminário promovido pelo Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM) em parceria com o Instituto de Estudos da Religião (ISER), conforme publicado no livro "Religião e Sexualidade: Convicções e Responsabilidades, organizado por Emerson Giumbelli, publicado pela Editora Garamond, 2005 (ISBN 8576170604, 9788576170600). De acordo com Santolin, o Moses foi fundado em 1997. Ele está certo. Ele só não disse que isso aconteceu durante a Parada Gay celebrada no Rio de Janeiro, no referido ano. Também não disse que éramos três: Santolin, Liane França e eu (quem tiver dúvida, consulte o jornal O Globo, publicado no dia seguinte ao da passeata, pois nossos nomes estão lá no último parágrafo da matéria de cobertura da Parada Gay). Obviamente, ele não disse, devido ao constrangimento causado pela entrevista que dei em novembro de 2004 à revista Época, na qu

Islândia acrescenta a opção "terceiro gênero"


Islândia acrescenta a opção "terceiro gênero" e fortalece os direitos trans em votação unânime


Com informações do Portal Pink News
Traduzido e adaptado por Sergio Viula


Parlamento islandês



Parlamentares islandeses



(Photo by imavgjoe/Instagram)


O parlamento islandês votou unanimemente pela aprovação de uma nova lei relacionada a gênero. A lei expande os direitos das pessoas transgêneras e reconhece legalmente as pessoas não-binárias.

Infelizmente, proteções para crianças intersexuais - que eram originalmente parte do projeto de lei - foram derrubadas.

A legislação foi introduzida no parlamento islandês pelo gabinete do Primeiro Ministro e foi unanimemente aprovada pelo parlamento em 18 de junho, com 45 votos a favor e nenhum contra, havendo três abstenções.

A lei determina que pessoas trans na Islândia não mais terão que passar por processos médicos longos e invasivos para obterem o direito de alterar seu gênero em documentos oficiais e ter acesso a tratamentos específicos pelo sistema de saúde.

Também significa que pessoas não-binárias poderão mudar seu gênero em documentos oficiais junto ao registro nacional usando a nova nomenclatura para o terceiro gênero, "X".

As proteções para intersexuais pretendiam proibir a prática de realizar cirurgias desnecessárias em crianças nascidas com traços intersexuais. Mas, em vez disso, a lei diz que um novo comitê especial terá 12 meses para estudar uma nova lei especificamente desenhada para crianças e adultos intersexuais.




A Islândia está à frente do Reino Unido no que tange aos direitos trans. (MARIANA SUAREZ/AFP/Getty Images)


Owl Fisher, uma ativista transgênera e diretora do Trans Iceland que ajudou a escrever a legislação, disse numa nota para o The Guardian que a nova lei "tem o potencial de tornar a Islândia a líder mundial no que concerne aos direitos LGBTI.”

“A Islândia acaba de aprovar uma das mais progressistas leis sobre trans e intersexuais sem qualquer conflito público,” disse ela.

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