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Bebê a bordo: Diário de um avô colorido 👴🏳️‍🌈

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Por Sergio Viula 1º DIA: 07/03/2021 Às vesperas do Dia Internacional da Mulher, minha filha me deu uma notícia que merece celebração e exige cuidados ao mesmo tempo.  Acordei por volta das nove horas da manhã com mensagens entrando, uma após a outra, no meu Instagram. Antes mesmo de ir ao banheiro fazer a higiene matutina, abri o comunicador e li o seguinte: "Você vai ser avô, mas ainda é segredo. Só conta para os meus pais e para o Isaac." A razão do segredo é que o teste para gravidez que ela havia feito era aqueles que se compram em farmácias. Ela queria contar para outras pessoas só depois do exame de sangue, que dá um resulado mais seguro. Claro que eu fiquei feliz e preocupado ao mesmo tempo. Daí, a frase que abriu esse diário lá em cima. É bom saber que Larissa e Vitor estão felizes com a perspectiva da maternidade e da paternidade. Por outro lado, ter um filho não é tão simples quanto muita gente imagina e nem como alguns pais e algumas mães tendem a falar sobre esse

Claudete Ribeiro convida Sergio Viula: 'Cura Gay' e outros babados

Por Sergio Viula




Essa live foi feita ontem, domingo 13 de setembro de 2020, no perfil da querida Clau Ribeiro no Facebook. 


Foram momentos de muitas trocas positivas e de esclarecimentos sobre a famigerada "cura gay", que de cura não tem nada, devendo soar como um sinal de alerta para todas as pessoas LGBT sobre quão ardilosas podem ser as armadilhas engatilhadas pela LGBTfobia que insiste em contaminar a existência de tanta gente, inclusive dentro da nossa comunidade.


Assista e tire suas próprias conclusões.



Comentários

  1. Eu concordo que nao exista cura gay. Mas acredito que algumas pessoas, apesar do desejo homossexual, não se sentem a vontade com ele. Portanto, há a necessidade de acolher também essas pessoas. O MOSES fez esse papel. O aconselhamento era sempre pra quem assim o desejasse e não uma imposição.

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    1. Obrigado pelo comentário, Jean, mas você e eu sabemos muito bem que aquilo não era acolhimento, mas proselitismo homofóbico, reforçando ainda mais a egodistonia de pessoas homossexuais, bissexuais e travestis causada pela homo-transfobia com a qual foram massacrados desde a infância em casa, na igreja e na escola, só para citar os três principais pilares do preconceito e da discriminação contra essas pessoas. O MOSES não apenas recebia quem viesse (apesar de tudo que se dizia ali ser anti-científico e nocivo), mas buscava ativamente as pessoas até mesmo nas paradas LGBT e na porta de boates ditas GLS naquele tempo. Tenho contato com vários ex-integrantes que, a muito custo pessoal, conseguiram se livrar de tudo isso, assumir o controle de suas próprias vidas e se realizar afetiva e sexualmente depois de se emanciparem dessa desgraça toda.

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