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15 dias com Clara - essa fofura de 1 ano e 45 dias

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Por Sergio Viula Clara: Segundo dia de nascimento e com os olhinhos abertos Minha filha e meu genro haviam se tornado pais somente um ano e 45 dias antes de nos visitarem. Apesar da distância, acompanhamos tudo o que podíamos, graças às tecnologias da comunicação. Testemunhamos os nove meses de gravidez, a internação para o parto - que acabou sendo cesariana depois de muita espera e pouca dilatação -, o nascimento, o crescimento daquela bebezinha linda, que chegou mudando a vida de todos nós de muitas maneiras diferentes, e os primeiros passeios, a primeira viagem a uma cidade próxima (Évora) e os muitos dias que ela já passou na creche, aprendendo muitas coisas fantásticas de modo lúdico e com muito carinho das tias cuidadoras e educadoras. A tia da creche fazendo cookies com eles. Depois, todos comeram essas delícias feitas colaborativamente. Um video que eu fiz com fotos do Halloween na creche. Ela é a bruxinha mais fofa, concorda? Quem já segue esse blog há um tempo sabe que chegue

Claudete Ribeiro convida Sergio Viula: 'Cura Gay' e outros babados

Por Sergio Viula




Essa live foi feita ontem, domingo 13 de setembro de 2020, no perfil da querida Clau Ribeiro no Facebook. 


Foram momentos de muitas trocas positivas e de esclarecimentos sobre a famigerada "cura gay", que de cura não tem nada, devendo soar como um sinal de alerta para todas as pessoas LGBT sobre quão ardilosas podem ser as armadilhas engatilhadas pela LGBTfobia que insiste em contaminar a existência de tanta gente, inclusive dentro da nossa comunidade.


Assista e tire suas próprias conclusões.



Comentários

  1. Eu concordo que nao exista cura gay. Mas acredito que algumas pessoas, apesar do desejo homossexual, não se sentem a vontade com ele. Portanto, há a necessidade de acolher também essas pessoas. O MOSES fez esse papel. O aconselhamento era sempre pra quem assim o desejasse e não uma imposição.

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    1. Obrigado pelo comentário, Jean, mas você e eu sabemos muito bem que aquilo não era acolhimento, mas proselitismo homofóbico, reforçando ainda mais a egodistonia de pessoas homossexuais, bissexuais e travestis causada pela homo-transfobia com a qual foram massacrados desde a infância em casa, na igreja e na escola, só para citar os três principais pilares do preconceito e da discriminação contra essas pessoas. O MOSES não apenas recebia quem viesse (apesar de tudo que se dizia ali ser anti-científico e nocivo), mas buscava ativamente as pessoas até mesmo nas paradas LGBT e na porta de boates ditas GLS naquele tempo. Tenho contato com vários ex-integrantes que, a muito custo pessoal, conseguiram se livrar de tudo isso, assumir o controle de suas próprias vidas e se realizar afetiva e sexualmente depois de se emanciparem dessa desgraça toda.

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