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Da cura gay à liberdade de ser - Paulo Stekel e Sergio Viula

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 Por Sergio Viula Era feriado da Proclamação da República. Paulo Stekel, dono de um canal com muito conteúdo sobre espiritualidade, me convidou para um bate-papo sob o título "Da falácia da cura gay à liberdade de ser". Começamos a conversar às 21h, encerrando o feriado com uma troca super divertida e bastante inspiradora. No vídeo abaixo, você poderá assistir essa conversa e pensar sobre diversas coisas também. Provavelmente, você se identificará com muitas delas e poderá até desenvovler uma nova perspectiva sobre muitas outras. Assista.🌈Comente. 🌈 Compartilhe. 🌈

Claudete Ribeiro convida Sergio Viula: 'Cura Gay' e outros babados

Por Sergio Viula




Essa live foi feita ontem, domingo 13 de setembro de 2020, no perfil da querida Clau Ribeiro no Facebook. 


Foram momentos de muitas trocas positivas e de esclarecimentos sobre a famigerada "cura gay", que de cura não tem nada, devendo soar como um sinal de alerta para todas as pessoas LGBT sobre quão ardilosas podem ser as armadilhas engatilhadas pela LGBTfobia que insiste em contaminar a existência de tanta gente, inclusive dentro da nossa comunidade.


Assista e tire suas próprias conclusões.



Comentários

  1. Eu concordo que nao exista cura gay. Mas acredito que algumas pessoas, apesar do desejo homossexual, não se sentem a vontade com ele. Portanto, há a necessidade de acolher também essas pessoas. O MOSES fez esse papel. O aconselhamento era sempre pra quem assim o desejasse e não uma imposição.

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    1. Obrigado pelo comentário, Jean, mas você e eu sabemos muito bem que aquilo não era acolhimento, mas proselitismo homofóbico, reforçando ainda mais a egodistonia de pessoas homossexuais, bissexuais e travestis causada pela homo-transfobia com a qual foram massacrados desde a infância em casa, na igreja e na escola, só para citar os três principais pilares do preconceito e da discriminação contra essas pessoas. O MOSES não apenas recebia quem viesse (apesar de tudo que se dizia ali ser anti-científico e nocivo), mas buscava ativamente as pessoas até mesmo nas paradas LGBT e na porta de boates ditas GLS naquele tempo. Tenho contato com vários ex-integrantes que, a muito custo pessoal, conseguiram se livrar de tudo isso, assumir o controle de suas próprias vidas e se realizar afetiva e sexualmente depois de se emanciparem dessa desgraça toda.

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