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Mostrando postagens de Julho, 2016

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Paulo Gustavo se foi - meu luto e minha luta

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 Por Sergio Viula Paulo Gustavo se foi. Que dor para todos os que o amam, especialmente para seu marido, sua mãe e demais familiares. Não há palavras que bastem para tanta tristeza. 🙁 Assista e inscreva-se. Minha filha acaba de me contar uma história que eu nem sabia que ela tinha vivido: "Vi a notícia do Paulo Gustavo. Aquilo me apertou tanto o peito. Eu só pensava em vc. Uma vez, vi o Paulo Gustavo no shopping e falei pra ele: 'Tu é a cara do meu pai.' Ele riu muito e falou: 'Uma garota desse tamanho dizer que eu pareço o pai dela... Toma vergonha, tá me chamando de velho assim na cara? Kkk.' Eu ri tanto tanto. Muito triste mesmo. Cara tão gente boa.' #paulogustavo 😥 Claro que a gente não é tão parecido fisicamente assim, mas muitas vezes, quando eu brinco, algumas coisas soam mesmo parecidas com algumas tiradas desse querido e saudoso "parente de todos nós".

19ª Parada LGBT de Belo Horizonte: Nós fomos e vimos de perto: LINDA!

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Por Sergio Viula   Andre e eu saímos do Rio no sábado, às 10:15, num voo antecipado, graças à eficiência da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, que disponibiliza um aplicativo que permite a antecipação, caso haja vagas, com até seis horas de antecedência do voo original.  Embarcamos e decolamos pontualmente do Santos Dumont, chegando ao aeroporto de Confins  adiantados em quase 10 minutos - o que, para um voo que leva 1 hora, é bastante significativo. Fomos direto para o Bristol Merit, onde deixamos nossas coisas (as poucas que levamos) e seguimos para encontrar a família de Andre. Foram momentos maravilhosos como da outra vez - talvez até mais!!! ^^ No retorno, chegamos muito tarde ao hotel. Ônibus de Contagem - onde eles moram - para BH depois das 10:00 num sábado é um parto, mas fomos guerreiros (risos). Despencamos na cama e só descemos para o café na manhã no domingo (quase perdemos a hora).  O café estava fantástico, cheio de opções. Aliás o serviço do Bristol Merit é

A travesti-propaganda de Feliciano diz que não existe "cura gay"

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Por Sergio Viula Talita Oliveira - 2015 O nome dela é Talita Oliveira - a mesma que era travesti antes de se tornar militante da "cura gay" e que foi recrutada por Marco Feliciano para fazer propaganda desse embuste sobre "transformar gays em heterossexuais". Alguns podem objetar que travestis não são equivalentes a homossexuais - e isso é verdade -, mas esses "curandeiros" da sexualidade alheia aplicam suas teorias de "conversão" a todas as letras da sigla LGBT, indiscriminadamente, apesar de cada uma ter sua própria característica. A sigla inclui lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros de um modo geral, mas a lógica desses "curandeiros" é simples - ainda que pobre e destituída de realidade: Para todos os fins, só existem homens e mulheres heterossexuais, sendo o restante desvio dessa norma.  Eis aí a heteronormatividade que relega tudo o que não se encaixar em seu mundinho minúsculo à categoria

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