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Mostrando postagens de Janeiro, 2019

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O tsunami Jean Wyllys

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Foto: Agência Brasil Por Sergio Viula Jean Wyllys de Matos Santos , nascido em Alagoinhas (BA) em 10 de março de 1974, é jornalista, professor universitário e exerceu dois mandatos seguidos na Câmara dos Deputados, tendo sido eleito pela primeira vez em 2010.  Em 2018, Jean foi eleito para seu terceiro mandato, mas decidiu abdicar do cargo antes de assumir a vaga por causa de ameaças de morte contra si mesmo e contra sua família. Seu terceiro mandato começaria em 2019, mas no dia 24 de janeiro deste, Jean anunciou publicamente sua decisão de não voltar ao Brasil , por meio de um comunicado feito através da Folha de São Paulo e de seus canais pessoais nas redes sociais.  Jean Wyllys é filiado ao PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), do Rio de Janeiro, e exerceu seus três mandatos vinculado a esse partido. O apoio popular a Jean Wyllys foi pequeno no começo, aumentou muito em seguida, mas decresceu em 2018, especialmente depois de uma ampla, contínua e cruel campanha difa

Amara Moira na Casa Vit(r)al. Veja como foi.

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Por Sergio Viula Foi um dia difícil ontem. Fomos informados pela própria página do Deputado Federal Jean Wyllys que ele decidira não assumir seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados. Seu texto pode ser encontrado aqui: https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2155109154537080&id=163566147024734   Claro que nos solidarizamos com Jean e compreendemos seus motivos, mas não pudemos deixar de ficar tristes com a saída desse guerreiro da democracia, da liberdade, do direito à autonomia individual, da civilidade, da inclusão das minorias, especialmente, mas não exclusivamente, a LGBT.  Mudança de clima Felizmente, muito antes que a notícia da saída de Jean Wyllys nos atingisse, a vida já havia nos preparado uma oportunidade de alento e regozijo para compensar a tristeza daquele momento. Meu querido ex-professor de filosofia na UERJ e um dos meus amigos mais especiais, Claudio Pfeil, organizou um encontro com Amara Moira, acadêmica e transexual cada vez mais influente,

Leitura altamente recomendada: Como as democracias morrem

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Como as democracias morrem Por Steven Levitsky e Daniel Ziblatt 1 a Edição (2018) Ediora Zahar Pode ser adquirido pelo  Amazon ,  Travessa ,  Saraiva  e  Cultura . Capa do livro Contracapa: UMA ANÁLISE CRUA E PERTURBADORA DO FIM DAS DEMOCRACIAS EM TODO O MUNDO Democracias tradicionais entram em colapso? Essa é a questão que Steven Levitsky e Daniel Ziblatt – dois conceituados professors de Havard – respondem aqui ao discutir o modo como a candidatura e eleição de Donald Trump se tornaram possíveis. Para isso, confrontam a situação   de Trump com rupturas democráticas emblemáticas: da manipulação do sistema eleitoral do Sul dos Estados Unidos no século XIX aos casos contemporaneous de Hungria, Turqia e Venezuela, passando pela Europa dos anos 1930 e as formas distintas de ditadura de Pinochet, no Chile, e Fujimori, no Peru. Um livro importantíssimo para os tempos nebulosos que estamos vivendo. ----------------------------- Comentário deste

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