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Mostrando postagens de Outubro, 2020

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Heartstopper: Uma série que inspira e encanta

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Kit Connor e Joe Locke fazem o papel de Nick Nelson e Charlie Spring,  respectivamente, em Heartstopper. (Netflix) Por Sergio Viula Com informações do portal Pink News Já se passaram seis anos desde que Alice Oseman escreveu sua webcomic (quadrinhos para a Internet). Os quadrinhos foram muitíssimo bem recebidos. Agora, Heartstopper chega à Netflix e já figura entre os produtos mais assistidos do streaming. Heartstopper conta a história de Charlie (Joe Locke), um adolescente gay que vive completamente fora do armário, e que se apaixona por Nick (Kit Connor), um jogador de rugby em sua escola. Charlie é gay. Nick é bissexual. Elle é transexual negra e apaixonada por Tao Xu, que é asiático-americano. Tara e Darcy são duas garotas cisgêneras e formam um casal interracial. E, por fim, existe o Ben, que é gay enrustido e mal resolvido, mas vive dando em cima de Charlie em segredo. Eu assisti tudo nesse feriado de Tiradentes e adorei! Assista a série aqui: HEARTSOPPER - NETFLIX . Trailer ofic

Che Guevara, Fidel Castro e os LGBT em Cuba

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 Por Sergio Viula Che Guevara com aparência mais aceitável pela burguesia Muitas pessoas ficam divididas entre o desprezo e a admiração por Che Guevara, o mais famoso revolucionário Cubano e latino-americano por extensão. De um lado há os que condenam o sexismo extremamente homofóbico que caracterizava o movimento de Guevara. Do outro lado, há quem tente minimizar os horrores da violência homofóbica perpetrados por ele e seus seguidores, assim como por outros movimentos revolucionários inspirados em seu exemplo em toda a América Latina. Recomendo muito a leitura integral do texto de James N. Green citado abaixo (em inglês). "Quem é o Macho que Quer me Matar?" Homossexualidade Masculina, e a Luta Armada Brasileira das décadas de 1960 e 1970. Masculinidade Revolucionária “ Who Is the Macho Who Wants to Kill Me? ” Male Homosexuality, Revolutionary Masculinity, and the Brazilian Armed Struggle of the 1960s and 1970s James N. Green Trecho a partir da página 456, com recortes. Par

Garoto morto cura garoto vivo?

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Por Sergio Viula Carlos Acutis - beatificado em 10/10/20 na Basílica de São Francisco com transmissão ao vivo pela Rádio Vaticano/Vatican News Morto há 14 anos por leucemia, agora diz-se que ele cura os doentes. Beato adolescente, ele pode vir a se tornar padroeiro da Internet.  Para virar santo reconhecido universalmente, é preciso um segundo milagre. Carlo Acutis é o novo trunfo da cúria. Apesar da cura inexplicada de um garoto brasileiro significar apenas que não temos conhecimento suficiente para entender o que aconteceu (ainda!!!), a Igreja Católica atribui o ocorrido a um milagre operado por esse adolescente morto há 14 anos.  Porém, dizer que a cura ainda não foi devidamente explicada é uma coisa. Dizer que um adolescente morto por leucemia curou esse garoto no Brasil é outra bem diferente, e daí vai um abismo maior que a malandragem dos que ganham rios de dinheiro às custas da credulidade dos desesperados.

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