⚽🔥 O caso Kaká x Kifouri: quando a fé vira escudo contra críticas
07 de julho de 2010
A Copa do Mundo acabou, o Brasil está fora, e a Seleção já voltou pra casa. Mas uma polêmica continua rendendo fora dos gramados: Kaká, sua fé evangélica, e o atrito com os jornalistas Juca e André Kifouri.
Durante toda a Copa, vimos Kaká levantar os braços aos céus, vestir camisetas com mensagens como “I belong to Jesus” e deixar claro que tudo em sua vida era "glória a Deus". Até aí, tudo bem — manifestação religiosa pessoal é direito de todos. O problema começou quando a FIFA passou a restringir esse tipo de exibição, considerando que o excesso de manifestações religiosas em campo desvirtuava o foco esportivo e feria o princípio de neutralidade da competição.
A situação ganhou novos contornos quando André Kifouri, filho de Juca, fez uma crítica pontual sobre o uso excessivo da fé como imagem pública. Kaká não gostou e respondeu acusando o jornalista de persegui-lo por ser evangélico — e ainda foi além: disse estar sendo atacado por ateus, como André e seu pai, Juca Kifouri.
Foi aí que Juca respondeu à altura — com elegância, mas firmeza:
“Nunca critiquei Kaká por ser evangélico. Critico por usar sua fé como marketing e por se associar a pastores condenados pela Justiça. E se minha descrença o incomoda, é porque a fé dele talvez não seja tão sólida quanto ele imagina.”
💥 E é isso. Ninguém está imune a críticas só porque tem fé. E ser ateu também é um direito. O que está em jogo aqui não é religião — é coerência, liberdade de expressão e responsabilidade pública de quem ocupa espaço na mídia e no imaginário popular.
o problema dos evangélicos é que eles acham que a única coisa que deve ser lida é a bíblia então dá nisso: enburrecem!
ResponderExcluirIsso aí, Serginho! Bíblia demais e razão de menos.
ResponderExcluirAbc,
Sergio Viula