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15 dias com Clara - essa fofura de 1 ano e 45 dias

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Por Sergio Viula Clara: Segundo dia de nascimento e com os olhinhos abertos Minha filha e meu genro haviam se tornado pais somente um ano e 45 dias antes de nos visitarem. Apesar da distância, acompanhamos tudo o que podíamos, graças às tecnologias da comunicação. Testemunhamos os nove meses de gravidez, a internação para o parto - que acabou sendo cesariana depois de muita espera e pouca dilatação -, o nascimento, o crescimento daquela bebezinha linda, que chegou mudando a vida de todos nós de muitas maneiras diferentes, e os primeiros passeios, a primeira viagem a uma cidade próxima (Évora) e os muitos dias que ela já passou na creche, aprendendo muitas coisas fantásticas de modo lúdico e com muito carinho das tias cuidadoras e educadoras. A tia da creche fazendo cookies com eles. Depois, todos comeram essas delícias feitas colaborativamente. Um video que eu fiz com fotos do Halloween na creche. Ela é a bruxinha mais fofa, concorda? Quem já segue esse blog há um tempo sabe que chegue

Exceto pelas compras, nossos domingos têm sido assim

Andre e eu brindando à vida e ao amor


Faço tudo o que posso para não sair de casa durante a quarentena, mas, infelizmente, essa semana, parece que tudo no meu computador decidiu jogar contra mim: mouse falhando, teclado ferrado, plug de ouvido, mesmo já reconhecido pelo Google Meets, sendo repentinamente "desconhecido" várias vezes ao longo de uma mesma sessão. 

CANSEI! 

Decidi que compraria tudo novo hoje mesmo numa Casa & Vídeo em beira de rua. As de shopping center estão todas fechadas. E, só para deixar claro, tem que ser assim mesmo, ou seja, só funcionar o mínimo, e mesmo assim se for essencial. Infelizmente, tecnologia é absolutamente essencial, especialmente em tempos de isolamento. 

Moral da história: consegui comprar tudo o que precisava para continuar trabalhando. Não procurei nada cheio de guéri-guéri. Foi tudo bem simples mesmo. Apenas o funcional. Afinal, nunca foi tão caro trabalhar. ^^

Já tinha gasto uma grana na semana passada, quando tive que comprar uma cadeira menos danosa à coluna.

Cadeira mais anatômica do que a que eu usava emprestada da mesa de jantar.

Aqui o teclado e o mouse ainda eram os problemáticos.

Esses são os acessórios novos comprados hoje.

Mas, mesmo precisando sair para comprar o essencial para trabalhar, todo o cuidado é pouco. Máscara e janelas abertas no Uber. 

Essa foto pretende provocar pensamentos mesmo. 
Um deles é o seguinte: em tempos de coronavírus, beijar pode fazer mal à saude. Felizmente, ambos estamos saudáveis e nos beijamos mesmo.


Quando voltamos, decidimos fazer um almoço tardio à base de churrasco. Como eu não como carne, coloquei umas tilápias para assar. Andre, porém, come de tudo. Então, coloquei um filé mignon suíno e uma peça generosa de alcatra na brasa para ele. Ambas lindas e sem capa de gordura.

Nossa churrasqueira, apesar de singela, abafa o churrasco, tornando-o ainda mais saboroso. Mandamos um pouco para os meus pais e meu filho também. Segundo eles, estava tudo uma delícia, especialmente o peixe. Eles gostam muito de pescados.

Veja como foi essa aglomeração de dois 😎😎 nos vídeos abaixo.




Como já eram 17:30 quando eu tirei a alcatra da brasa, e a noite já havia caído por causa da frente fria, a carne parece bem mais escura no vídeo do que estava de fato. Na verdade, Andre pôde degustar uma churrasco de alcatra no ponto, ou seja, suculento sem ser sangrento.




A cozinha ficou por conta dele: arroz, salada, etc. Essa foto ficou digna de um Master Chef. E ele merece o título, pois faz tudo com muito capricho.

Andre comandando a cozinha enquanto o churrasco estava assando.

Lá pelas 21h, tomamos uma garrafa de Balbo brut. Esse espumante que vem de Mendoza, região famosa na Argentina por seus vinhos, não tem nada de doce, mas também não é violentemante seco. Recomendo muito. Brindamos ao amor e à vida. 

Um amigo me disse em tom de brincadeira que eu sou muito proativo em minha quarentena. Tive que concordar. Já são dois meses e uma semana, e não sabemos quando terminará tudo isso, mas estamos lacrados com Fernando Pessoa: "...tudo vale a pena se a alma não é pequena." 

Que o poeta não se ofenda, mas tomamos por alma aqui a mente. Portanto, tudo vale a pena quando nossa mente é capaz de transformar até o infortúnio em algo de valor. 

E quando vemos tanta tristeza por aí, temos o dever moral de reconhecer que estamos longe ser desafortunados, apesar de nossas magras contas bancárias. Não, não se trata de uma contradição. Afinal, como poderíamos nos considerar desafortunados quando estamos saudáveis e vivendo nosso amor intensamente?


Por isso, postei a seguinte frase junto com a foto abaixo no Instagram e no Facebook: 


Fui muito feliz hoje Se houver amanhã, será bônus. 💗


Na verdade, uma das coisas que eu sempre mantenho em mente para minha própria saúde mental é o seguinte:

Não espere nada de ninguém, mas aproveite tranquilamente tudo o que você tem, seja pouco ou seja muito. E se puder multiplicar o que possui, não hesite em fazê-lo, mas se porventura não conseguir chegar onde deseja, mesmo que seja só por enquanto, curta o que já conseguiu construir até agora, alegrando-se pelo que tem em vez de perder tempo chorando pelo que não tem.

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