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15 dias com Clara - essa fofura de 1 ano e 45 dias

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Por Sergio Viula Clara: Segundo dia de nascimento e com os olhinhos abertos Minha filha e meu genro haviam se tornado pais somente um ano e 45 dias antes de nos visitarem. Apesar da distância, acompanhamos tudo o que podíamos, graças às tecnologias da comunicação. Testemunhamos os nove meses de gravidez, a internação para o parto - que acabou sendo cesariana depois de muita espera e pouca dilatação -, o nascimento, o crescimento daquela bebezinha linda, que chegou mudando a vida de todos nós de muitas maneiras diferentes, e os primeiros passeios, a primeira viagem a uma cidade próxima (Évora) e os muitos dias que ela já passou na creche, aprendendo muitas coisas fantásticas de modo lúdico e com muito carinho das tias cuidadoras e educadoras. A tia da creche fazendo cookies com eles. Depois, todos comeram essas delícias feitas colaborativamente. Um video que eu fiz com fotos do Halloween na creche. Ela é a bruxinha mais fofa, concorda? Quem já segue esse blog há um tempo sabe que chegue

Joe Biden assina decreto pela diversidade LGBT+

Joe Biden assinando decretos em várias areas diferentes, 
inclusive quanto aos direitos LGBT



Em seus primeiros momentos como presidente dos Estados Unidos, Joe Biden assina o que ativistas dos direitos LGBT consideram "o mais substancial decreto pró-LGBT+ na história" americana.

Numa única tarde, o "legado" do ex-presidente Donald Trump foi desfeito. O presidente Joe Biden assinou uma série de decretos (20 de janeiro) incluindo um que expande um marco decisório da Suprema Corte que determina que o governo não discrimine com base em orientação sexual e de gênero. Em outras palavras, o decreto tranquiliza incontáveis funcionários de agências federais quanto à possibilidade de serem discriminados nos seus locais de trabalho - uma violência que Trump havia relativizado durante sua administração.

O decreto “se baseia na decisão da Suprema Corte no caso Bostock contra o Condado de Clayton (2020) e garante que o governo federal interprete o Título VII da Lei de Direitos Civis de 1964 como proibindo a discriminação com base em orienação sexual e identidade de gênero,” escreveu a Casa Branca numa declaração.

Biden também mirou nas políticas de Trump que permitiam discriminação contra pessoas trans nas forças armadas. O dano causado por Trump foi tanto que pode levar até um ano para que o Pentágono consiga corrigir tudo, conforme o decreto.

Joe Biden foi saudado como uma "lufada de ar fresco" por ativistas LGBT e por milhões de americanos que sentem que finalmente podem respirar aliviadamente.

Não seria fantástico que o Brasil conseguisse se livrar do legado diabólico de Bolsonaro em 2022 tambem? 


Atualização:


Biden também autorizou o uso de bandeiras LGBTs em escritórios oficiais do governo e em toda diplomacia norte-americana pelo mundo - coisa que havia sido proibida por Donald Trump.

O presidente recém-empossado justificou a medida diante do Senado americano assim: “A violência contra a população LGBT aumenta no mundo. Os EUA precisam assumir seu papel de proteger essas pessoas”.






Vale lembrar que as embaixadas americanas resistiram a Mike Pompeo, Secretário de Estado na adminstração Trump, quando este tentou impedir que as embaixadas americanas exibissem a bandeira do arco-íris no dia do Orgulho LGBT em 2019. De Seul a Brasília, os diplomatas contornaram a determinação e celebraram a data. Relembre com o caso com O Globo.

Quanto ao presidente Biden e suas políticas anti-discriminação, o blog Fora do Armário só tem uma coisa a dizer: Vai, civilização!!!!




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