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Paula, uma pessoa intersexo

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  Por Sergio Viula Decidi resgatar uma experiência que eu tive em 12/02/2103, na cidade de Fortaleza, CE.  Essa experiência de troca humana fantástica aconteceu na Praia do Futuro, que é pontilhada por barracas em estilo de choupanas. Tomei uns belos  drinks  (lembram?) e comi muqueca de arraia com um acompanhamento de arroz, maionese, batata frita e farofa - tudo simples, mas super gostosinho. O melhor de tudo porém, foi ter conhecido Paula.  Assim que cheguei, percebi que Paula era uma mulher especial, apesar de todas as mulheres terem algo de especial por natureza. Mas, Paula chamava atenção por ter alguns traços masculinos. De início, pensei que ela fosse uma mulher transexual em processo de feminização. Decidi seguir o caminho mais seguro para descobrir como ela se identificava - perguntei qual era o seu nome. Assim, ela poderia indicar se preferia ser tratada no feminino, como eu imaginava. Ela me disse que se chamava Paula.  Acontece que Paula  não  é transexual. De forma absolu

Joe Biden assina decreto pela diversidade LGBT+

Joe Biden assinando decretos em várias areas diferentes, 
inclusive quanto aos direitos LGBT



Em seus primeiros momentos como presidente dos Estados Unidos, Joe Biden assina o que ativistas dos direitos LGBT consideram "o mais substancial decreto pró-LGBT+ na história" americana.

Numa única tarde, o "legado" do ex-presidente Donald Trump foi desfeito. O presidente Joe Biden assinou uma série de decretos (20 de janeiro) incluindo um que expande um marco decisório da Suprema Corte que determina que o governo não discrimine com base em orientação sexual e de gênero. Em outras palavras, o decreto tranquiliza incontáveis funcionários de agências federais quanto à possibilidade de serem discriminados nos seus locais de trabalho - uma violência que Trump havia relativizado durante sua administração.

O decreto “se baseia na decisão da Suprema Corte no caso Bostock contra o Condado de Clayton (2020) e garante que o governo federal interprete o Título VII da Lei de Direitos Civis de 1964 como proibindo a discriminação com base em orienação sexual e identidade de gênero,” escreveu a Casa Branca numa declaração.

Biden também mirou nas políticas de Trump que permitiam discriminação contra pessoas trans nas forças armadas. O dano causado por Trump foi tanto que pode levar até um ano para que o Pentágono consiga corrigir tudo, conforme o decreto.

Joe Biden foi saudado como uma "lufada de ar fresco" por ativistas LGBT e por milhões de americanos que sentem que finalmente podem respirar aliviadamente.

Não seria fantástico que o Brasil conseguisse se livrar do legado diabólico de Bolsonaro em 2022 tambem? 


Atualização:


Biden também autorizou o uso de bandeiras LGBTs em escritórios oficiais do governo e em toda diplomacia norte-americana pelo mundo - coisa que havia sido proibida por Donald Trump.

O presidente recém-empossado justificou a medida diante do Senado americano assim: “A violência contra a população LGBT aumenta no mundo. Os EUA precisam assumir seu papel de proteger essas pessoas”.






Vale lembrar que as embaixadas americanas resistiram a Mike Pompeo, Secretário de Estado na adminstração Trump, quando este tentou impedir que as embaixadas americanas exibissem a bandeira do arco-íris no dia do Orgulho LGBT em 2019. De Seul a Brasília, os diplomatas contornaram a determinação e celebraram a data. Relembre com o caso com O Globo.

Quanto ao presidente Biden e suas políticas anti-discriminação, o blog Fora do Armário só tem uma coisa a dizer: Vai, civilização!!!!




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