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Heartstopper: Uma série que inspira e encanta

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Kit Connor e Joe Locke fazem o papel de Nick Nelson e Charlie Spring,  respectivamente, em Heartstopper. (Netflix) Por Sergio Viula Com informações do portal Pink News Já se passaram seis anos desde que Alice Oseman escreveu sua webcomic (quadrinhos para a Internet). Os quadrinhos foram muitíssimo bem recebidos. Agora, Heartstopper chega à Netflix e já figura entre os produtos mais assistidos do streaming. Heartstopper conta a história de Charlie (Joe Locke), um adolescente gay que vive completamente fora do armário, e que se apaixona por Nick (Kit Connor), um jogador de rugby em sua escola. Charlie é gay. Nick é bissexual. Elle é transexual negra e apaixonada por Tao Xu, que é asiático-americano. Tara e Darcy são duas garotas cisgêneras e formam um casal interracial. E, por fim, existe o Ben, que é gay enrustido e mal resolvido, mas vive dando em cima de Charlie em segredo. Eu assisti tudo nesse feriado de Tiradentes e adorei! Assista a série aqui: HEARTSOPPER - NETFLIX . Trailer ofic

Seminarista é enviada para sítio de cura gay

Claudia Baccile e sua esposa
Fonte da foto: A Pública



 Por Sergio Viula


Uma matéria publicada pela UOL (Universa), no último dia 01 de março, trouxe a história de Claudia Baccile, uma jovem que era seminarista e foi enviada para um sítio de cura gay. O título da matéria já entrega o babado: "Me apaixonei por uma mulher e a igreja me mandou para um sítio de cura gay".

A moça conta que se converteu por influência da avó e revela que desde nova já se interessava por meninas e que considerava esses como sendo influênciados pelo diabo - coisa que as igrejas geralmente inculcam e continuamente reforçam na cabeça daqueles que lhes dão ouvidos. Quando o indíviduo é criança ou adolescente, o impacto dessa pregação demonizadora dos afetos geralmente gera resultados extremamente nocivos para a a psiquê dessas pessoas.

Uma vez identificada como homossexual, bissexual ou transgênera, a pessoa LGBT vai ser monitorada, manipulada e convencida de que precisa de ajuda, de que a igreja pode e sabe como ajudá-la, e que a "cura" ou "libertação" é possível. Essa violência, já naturalizada em tantos espaços eclesiásticos e familiares, pode gerar danos ainda maiores quando essas pessoas são submetidas ao que se convencionou chamar popularmente de "cura gay".

No vídeo abaixo, eu leio a notícia e faço comentários para trazer "insights" a partir do texto. Alguns pontos relevantes, mas que não ficam tão claros aos olhos dos que não conhecem a realidade desses ambientes e práticas ou que nunca pensaram neles criticamente, sem medo de "pecar". 

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Informação é a melhor maneira de acabar com a ignorância, que é comprovadamente a maior aliada do fanatismo e do preconceito.


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