Postagem em destaque

Bebê a bordo: Diário de um avô colorido 👴🏳️‍🌈

Imagem
Por Sergio Viula 1º DIA: 07/03/2021 Às vesperas do Dia Internacional da Mulher, minha filha me deu uma notícia que merece celebração e exige cuidados ao mesmo tempo.  Acordei por volta das nove horas da manhã com mensagens entrando, uma após a outra, no meu Instagram. Antes mesmo de ir ao banheiro fazer a higiene matutina, abri o comunicador e li o seguinte: "Você vai ser avô, mas ainda é segredo. Só conta para os meus pais e para o Isaac." A razão do segredo é que o teste para gravidez que ela havia feito era aqueles que se compram em farmácias. Ela queria contar para outras pessoas só depois do exame de sangue, que dá um resulado mais seguro. Claro que eu fiquei feliz e preocupado ao mesmo tempo. Daí, a frase que abriu esse diário lá em cima. É bom saber que Larissa e Vitor estão felizes com a perspectiva da maternidade e da paternidade. Por outro lado, ter um filho não é tão simples quanto muita gente imagina e nem como alguns pais e algumas mães tendem a falar sobre esse

Seminarista é enviada para sítio de cura gay

Claudia Baccile e sua esposa
Fonte da foto: A Pública



 Por Sergio Viula


Uma matéria publicada pela UOL (Universa), no último dia 01 de março, trouxe a história de Claudia Baccile, uma jovem que era seminarista e foi enviada para um sítio de cura gay. O título da matéria já entrega o babado: "Me apaixonei por uma mulher e a igreja me mandou para um sítio de cura gay".

A moça conta que se converteu por influência da avó e revela que desde nova já se interessava por meninas e que considerava esses como sendo influênciados pelo diabo - coisa que as igrejas geralmente inculcam e continuamente reforçam na cabeça daqueles que lhes dão ouvidos. Quando o indíviduo é criança ou adolescente, o impacto dessa pregação demonizadora dos afetos geralmente gera resultados extremamente nocivos para a a psiquê dessas pessoas.

Uma vez identificada como homossexual, bissexual ou transgênera, a pessoa LGBT vai ser monitorada, manipulada e convencida de que precisa de ajuda, de que a igreja pode e sabe como ajudá-la, e que a "cura" ou "libertação" é possível. Essa violência, já naturalizada em tantos espaços eclesiásticos e familiares, pode gerar danos ainda maiores quando essas pessoas são submetidas ao que se convencionou chamar popularmente de "cura gay".

No vídeo abaixo, eu leio a notícia e faço comentários para trazer "insights" a partir do texto. Alguns pontos relevantes, mas que não ficam tão claros aos olhos dos que não conhecem a realidade desses ambientes e práticas ou que nunca pensaram neles criticamente, sem medo de "pecar". 

Assista. 

Deixe seu joinha.

Inscreva-se no canal e compartilhe o vídeo.


Informação é a melhor maneira de acabar com a ignorância, que é comprovadamente a maior aliada do fanatismo e do preconceito.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A homossexualidade no Egito antigo

Corpus Christi: Vestra frui corporum (Aproveitai vossos corpos)

Entrevista: Conheça Cris Lacerda e sua história de superação