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Heartstopper: Uma série que inspira e encanta

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Kit Connor e Joe Locke fazem o papel de Nick Nelson e Charlie Spring,  respectivamente, em Heartstopper. (Netflix) Por Sergio Viula Com informações do portal Pink News Já se passaram seis anos desde que Alice Oseman escreveu sua webcomic (quadrinhos para a Internet). Os quadrinhos foram muitíssimo bem recebidos. Agora, Heartstopper chega à Netflix e já figura entre os produtos mais assistidos do streaming. Heartstopper conta a história de Charlie (Joe Locke), um adolescente gay que vive completamente fora do armário, e que se apaixona por Nick (Kit Connor), um jogador de rugby em sua escola. Charlie é gay. Nick é bissexual. Elle é transexual negra e apaixonada por Tao Xu, que é asiático-americano. Tara e Darcy são duas garotas cisgêneras e formam um casal interracial. E, por fim, existe o Ben, que é gay enrustido e mal resolvido, mas vive dando em cima de Charlie em segredo. Eu assisti tudo nesse feriado de Tiradentes e adorei! Assista a série aqui: HEARTSOPPER - NETFLIX . Trailer ofic

Quando a realidade esmaga o mito - pequeno obituário negacionista

 

Bolsonaro gargalha ao falar de pacientes com coronavírus - Fórum



Por Sergio Viula



Não foi falta de aviso. Televisão alertando, sites confiáveis alertando, artistas falando nisso o tempo todo. As pessoas fazem escolhas, mesmo quando os horizontes delas são curtos.

Uma coisa é a necessidade de trabalhar, com os riscos implícitos em tudo isso, e outra coisa é a irresponsabilidade. Pior ainda: com a pregação de um comportamento literalmente suicida. Não tenho a menor simpatia por negacionismo, ainda que eu não quisesse que ninguém morresse.

Infelizmente, muitos ainda vão morrer pela própria estupidez. Poderiam evitar, mas juram que tudo isso é uma grande conspiração. Não tenho a menor simpatia por negacionistas. Seria ótimo que não contaminassem outros por causa de sua prória estupidez, mas infelizmente não é isso o que acontece. 

Cuide-se! Cuide-se com tudo o que for possível se cuidar. Viver é uma delícia quando não estamos confinados a uma cama e sujeitos a dores infindáveis.















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