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15 dias com Clara - essa fofura de 1 ano e 45 dias

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Por Sergio Viula Clara: Segundo dia de nascimento e com os olhinhos abertos Minha filha e meu genro haviam se tornado pais somente um ano e 45 dias antes de nos visitarem. Apesar da distância, acompanhamos tudo o que podíamos, graças às tecnologias da comunicação. Testemunhamos os nove meses de gravidez, a internação para o parto - que acabou sendo cesariana depois de muita espera e pouca dilatação -, o nascimento, o crescimento daquela bebezinha linda, que chegou mudando a vida de todos nós de muitas maneiras diferentes, e os primeiros passeios, a primeira viagem a uma cidade próxima (Évora) e os muitos dias que ela já passou na creche, aprendendo muitas coisas fantásticas de modo lúdico e com muito carinho das tias cuidadoras e educadoras. A tia da creche fazendo cookies com eles. Depois, todos comeram essas delícias feitas colaborativamente. Um video que eu fiz com fotos do Halloween na creche. Ela é a bruxinha mais fofa, concorda? Quem já segue esse blog há um tempo sabe que chegue

Andre e Sergio: Hoje faz dois anos.

Escadaria da Igreja Nossa Senhora do Brasil na URCA
06 de maio de 2017.




Por Sergio Viula

Alguns sabem, mas outros talvez não tenham visto que foi graças à provocação feita por um anúncio da Trivago que eu fui para em Belo Horizonte pela primeira vez. E foi justamente há dois carnavais.

Leia: Quando um anúncio da Trivago muda a sua vida,

Hoje, quarta-feira, dia 07 de fevereiro de 2018, completamos dois anos juntos. 

Esses dois anos foram cheios de emoção. Algumas vezes, alegres. Outras vezes, tristes. Mas fomos e continuamos sendo parceiros em todas elas.

Desejamos conquistar mais para que tenhamos mais conforto e segurança num mundo cada vez mais incerto. Mas não podemos negar que já conquistamos e fizemos muitas coisas nesses dois anos que muitas pessoas não fariam em 10. Também poderíamos olhar o copo meio vazio, em vez de meio cheio, e dizer que não chegamos nem perto do que já realizaram tantas outras que têm incomparavelmente muito mais recursos. Mas não é grama seca de um nem a grama verde de outro que me alimenta; é a minha. E eu adoro meu pasto com suas potencialidades e limitações. Vou construindo minha felicidade com o que tenho, não com o que me falta. E procuro incentivar Andre a fazer o mesmo.

2018 já nos trouxe muitos desafios, apesar de ser este apenas seu 38° dia. Superamos vários deles. Alguns eram gigantescos para nós, mas não invencíveis. O segredo e simples: racionalidade, paciência, persistência e cumplicidade, sempre vivendo um dia de cada vez, mas otimizando tempo, dinheiro e esforço físico e mental. Nem sempre o planejado é executado como idealizado, mas a gente tem uma baita capacidade de improvisar o que escapa do plano.

Nada disso, porém, teria o mesmo sabor se não fosse o amor que devotamos um ao outro. Que sejam tão felizes os próximos anos quanto foram esses dois.

Andre, sinto-me extremamente feliz vendo você compartilhar a vida comigo nessa mão dupla de amor, dedicação e harmonia. Que seja tão bom para você quanto tem sido para mim.

E aos meus amigos, amigas e amigues leitores desse blog desejo o que diz Cazuza nessa música que ele compôs em parceria com Frejat: Todo amor que houver nessa vida.




Todo Amor Que Houver Nessa Vida
Canção de Cazuza e Frejat

Letra

Eu quero a sorte de um amor tranquilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão
Ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente nem vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão
Ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum veneno anti monotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão
Ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum remédio que me de alegria
Ser teu pão
Ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E algum veneno anti monotonia
E algum


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